A noite mais aguardada do ano pelos fãs de cinema e do mundo cor-de-rosa foi ontem…e eu, mais uma vez, não pude assistir em directo.

Mas não faz mal. Não foi isso que me impediu de saber logo cedo, mal acordei, quem tinha ganho as estatuetas douradas.
Mas deixem-me só fazer este aparte: ganhei o gosto em assistir a esta cerimónia noite fora por causa da minha irmã. Ela era outra que não falhava um direto da coisa. E olhem que ainda sou do tempo em que esta cerimónia durava 2 mil horas e só terminava já quase fazia luz lá fora. Enfim, ganhei o gosto por causa dela e só recentemente deixei de acompanhar em direto. Diz que tenho que trabalhar e que isso implica levantar cedo. Ai como eu adorava ser rica!
Avançando.

Ora bem…não sei quanto a vocês mas há uma série de coisas que me irritam

Está um frio que não se aguenta (e não me venham cá dizer que estou a exagerar. Olhem que eu mordo!) E só para melhorar a coisa…também choveu. Granizo!

Caiu granizo em Queluz, senhores! Que para mim é “já ali”! Queluz!!!

Não se admitem este tipo de temperaturas. E como cereja no topo do bolo, vai que uma pessoa abre o Facebook e é só notícias de última hora a dizer “cuidado pessoínhas que vai continuar por aí neve, vento e frio”. Uns doces estes queridos da meteorologia!

Ora vamos lá orientar-nos…isto do frio é muito lindo apenas em dois dias do ano: a véspera de Natal e o Dia de Natal. Fora isso não tem piadinha nenhuma e muito honestamente, se eu pudesse, mandava prender quem diz que adora este tempo. Mas prender mesmo à bruta. Tipo prisão perpétua.

O meu bebé tem 48 Horas

Nasceu bem, com muitas visualizações (que eu tenho um programa todo XPTO que me mostra essas coisas todas), com muitas mensagens de parabéns e felicidades e tudo e tudo e tudo de bom que um bebé recebe quando nasce.

Tem recebido dicas, sugestões e até já recebe pedidos de temas que querem ver falados e vídeos que gostavam de ver. E eu tomo nota de tudo com muita atenção!

Porquê um blogue?

 

Luto há muito por um lugar em rádio ou televisão mas aparentemente só chego perto. Parece que estou sempre só “quase a chegar lá”.

Luto pelo que quero desde que me apercebi do que quero ser. Daquilo para que nasci: comunicar.

Lembro-me que na adolescência queria ser atriz. Mas essa não era a melhor das opções, uma vez que tenho a memória mais curta da história. Mas também, na verdade, não queria contar histórias de brincar. Queria contar as minhas e as dos outros. As de verdade, como eu lhes chamava.