Lipa Rima Com Pipa

|by Ana Vougo

Os filmes da minha adolescência

 

PhotoGrid_1461169198199“I hate the way you talk to me,

and the way you cut your hair

I hate the way you drive my car,

I hate it when you stare.

I hate your big dumb combat boats,

and the way you read my mind.

I hate you so much, that it makes me sick,

And even makes me rhyme.

I hate the way you’re always right.

I hate it when you lie.

I hate it when you make me laugh,

even worse when you make me cry.

I hate it when you not around,

and the fact that you didn’t call…

But mostly I hate the way I don’t hate you,

Not even close,

Not even a little bit,

Not even at all.”

(Do filme: “10 Coisas Que Eu Odeio Em Ti”)

 

Amo este filme. Mas é que amo mesmo este filme. E tenho um imenso desgosto de nunca ter encontrado o DVD do mesmo à venda. Mas bom, enquanto não o compro ele está bem guardadinho na box cá de casa.

Quem não se lembra da Kat (Julia Stiles) a ler este poema ao jeitoso (como dói saber que esta coisa mais boa já morreu…) do Patrick (Heath Ledger)? Por mais vezes que veja o filme, e olhem que eu volta e meia vejo-o, o “baque” é sempre o mesmo. Tadinha dela a desfazer-se em lágrimas, ali a declarar-se ao jeitosão que se meteu numa aposta armado em Don Juan e acabou todo apaixonado. Ele portou-se mal com ela…mas opá ele no meio de tanta porcaria fez tanta coisa romântica…  quem não se lembra daquela serenata no meio do campo de futebol ?(suspiros, muitos suspiros!)

Uma coisa que eu adoro nestes filmes (que dizem ser) para adolescentes é isto. A simplicidade com que se fala de amor. Ver que o único problema desta maltinha do liceu é encontrar ou lutar pelo amor.

Bons tempos, meus amigos. Bons tempos…

Decidi escrever este post porque há dias coloquei uma foto deste filme na minha página pessoal do Facebook e pude ver que não era a única a amar este f ilme. Confirma-se que há por aí mais mulheres com uma adolescente escondida dentro de si!

São tão bons estes filmes que não nos fazem pensar muito mas que nos fazem recuar uns 15 anos no tempo e relembrar como era bom passar o dia acordada a sonhar…

Este é sem dúvida o filme mais marcante do género no final dos anos 90, mas deixem-me recordar convosco mais alguns filmes que marcaram a minha adolescência.

Quem não adoraaaaaa o “Dança Comigo” e o “Pretty Woman”? Quem disser “não” eu espero que arda no mármore do inferno, porque não há filmes mais lindos e românticos que estes dois!

Ok, estes dois não fazem parte da minha adolescência. Eu era mesmo uma pequena criança quando estrearam, mas via-os com a minha mãe e com a minha irmã e as histórias eram tão lindas!

A famosa frase “No one puts baby in a corner” ou o riso histérico da Julia Roberts quando o Richard Gere lhe fecha de surpresa a caixa com o colar de diamantes entalando-lhe os dedos, são cenas que não se esquecem.

A dança final da Baby e do Johnny é a coisa mais romântica de sempre. Não há melhor. mas há outros bons momentos como quando ele a ensina a dançar ou quando fazem amor pela primeira vez no quarto dele ou quando ele vai embora e a deixa lavada em lágrimas…

Já a linda da Vivian a apaixonar-se pelo charmoso Edward…afinal era uma prostituta e um empresário rico para caraças…as probabilidades dela ser abandonada eram enormes! Mas a cena das caracoletas que se lhe escapam das mãos no restaurante chiquérrimo, o ela andar às compras em Rodeo Drive e depois vingar-se de duas arrogantes betinhas de uma loja onde foi expulsa, ou ele a subir as escadas, cheio de vertigens, para a ir salvar como ela sonhava…são cenas que deixam qualquer mulher a suspirar e vá, sejamos honestos, dá uma enorme esperança às mulheres da vida!

Estes filmes marcaram uma geração, não me venham com tretas. Isto são filmes que se veem e veem e veem sem parar. E eu tenho os DVD´s!

Nota: Para não parecer uma doidinha a repetir sempre o mesmo, já sabem que eu amoooooo todos os outros filmes dos quais vou falar.

Mais filmes…

“Ao Ritmo do Hip-Hop”.

Este filme que estreou no início dos anos 2000 e foi um sucesso enorme, conta a história de uma adolescente que sonha ser bailarina profissional e cuja morte da mãe lhe muda os planos todos. Com a morte inesperada da mãe ela vê-se obrigada a ir morar com o pai e eis que é no meio de tantas mudanças que ela conhece o seu grande amor, que também adora dança como ela.  Se bem que ele é mais hip-hop e ela é mais ballet. Ainda assim…dança e romance igual a combinação vencedora. E a isto junta-se o facto de se abordar as relações inter-raciais. Uma branquela com um negro era o choque dos choques naquela altura. Bom, ainda hoje choca muitos. Enfim. Há coisas que não se passam só nos filmes…

Um outro filme super divertido, super tolo mas super romântico e também o filme de maior sucesso de sempre do género é o “Meninas de Beverly Hills”. A giríssima da Alicia Silverstone toda betinha, com ar mesmo de mimada, a fazer papel disso mesmo e de chica esperta que diz “Urgh” o tempo todo e acaba apaixonada pelo jeitoso do Paul Rudd é de pôr qualquer um a chorar a rir. Não é um filme que faça grande sentido mas serve o seu objetivo: entreter.

Adoroooo!!!! (Tenho o DVD, claro!)

Os outros filmes são também conhecidos. O ator sensação era o Freddie Prinze Jr. Na altura era giríssimo e fazia suspirar tudo o que era moçoila. E os filmes eram todos muito românticos e com bandas sonoras ao mesmo nível. “Doido por ti” com a Julia Stiles (a mesma do “Ao ritmo do Hip-Hop”) e “Ela é Demais” são os meus preferidos dele. E não dá para esquecer neste último filme, o sucesso que a música “Kiss me” dos “Sixpence none the richer” teve. Quem não se lembra desta música?  (estou a ouvi-la na minha cabeça agora mesmo…)

E o “Nunca foi beijada” com a Drew Barrymore? Que filme mais fofinho! Ela era uma jornalista undercover no liceu onde já tinha andado e cujas memórias eram as piores mas desta vez corre-lhe tudo bem e acaba super in-love pelo seu professor…perdão, grande primeiro amor.

Por último o filme que, tenho para mim, foi o grande motivador dos filmes de taradices para adolescentes: “Crueldade Intolerável”. A bela da Sarah Michelle Geller, a famosa Buffy (e também mulher na vida real do fofinho do Freddie Prinze Jr), a Reese Witherspoon e o Ryan Phillippe eram três grandes malucos. A sô dona Buffy era uma taradona provocadora em modo morena do pior. O meio irmão, que não lhe fica atrás, no meio de uma aposta verdadeiramente  ordinarona acaba por se apaixonar pela virginal Reese. E pronto, pelo meio há muita cena mais ousada e badalhoquita o que ajudou em muito a fazer do filme um sucesso.

Adoro o final. É inesperado e a prova de que o Carma existe mesmo mas não aconselho verem a sequela. Secaaaaaaaaaaa!

E pronto, são estes os filmes que mais me marcaram a adolescência.

Para os que os conhecem sei que ficaram com vontade de os ir ver de novo…para os que nunca os viram…o que é que estão à espera? Netflix já!

 

30 Abril, 2016

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2 thoughts on “Os filmes da minha adolescência

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